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Campus Engenheiro Coelho

Pastor Mark Finley foi orador de programa de voluntariado

Por Rosemeire Braga

O incentivo para que jovens façam trabalhos voluntários fora do país, relatos de pessoas que já passaram por experiência semelhante, e o treinamento de voluntários e coordenadores de voluntários foram os principais temas do lançamento do programa Serviço Voluntário Adventista “Até os confins da Terra”.

O evento ocorreu no último domingo, 27, no Centro Universitário Adventista de São Paulo - Campus Engenheiro Coelho (Unasp-EC) e foi das 9h às 15h. Estiveram presentes missionários, pastores e evangelistas como o Pr.Mark Finley.

O programa reuniu cerca de 1000 pessoas, sendo elas dos três campi do Unasp,cidades vizinhas e da Argentina.

O evangelista americano e pastor, Mark Finley, foi o orador do programa. Traduzido pelo professor Valdecir Lima, Finley contou sua experiência quando foi missionário no Brasil, na região de Manaus, Amazonas, aos 21 anos de idade. Mais de 40 anos após o acontecimento, ele relembrou as dificuldades que enfrentou e como Deus o ajudou.

A coordenadora do projeto de voluntariado da Igreja Adventista do Sétimo Dia (IASD) para os países da América do Sul, professora Marly Timm, foi à responsável pelo evento. De acordo com ela, “o Brasil é um país forte em evangelismo, mas não em participação na missão global da igreja”.

Outros líderes da igreja estiveram presentes e compartilharam relatos de quando foram missionários. O pastor José Maria Barbosa disse que os jovens de hoje são o futuro da igreja. “A igreja acredita que essa geração é a que vai terminar a obra”, enfatizou.

O diretor do campus do Unasp-EC, Pr. Paulo Martini afirmou que “nós precisamos ter o espírito de nossos pioneiros para desbravarmos lugares ainda não atingidos”.

O Pr.Finley apelou para que os jovens ingressem no serviço missionário para ajudar a igreja em suas necessidades ao redor do mundo. “Jesus nunca nos chama para aquilo que é fácil”. Ao concluir, ele explicou que o jovem que irá realizar esse trabalho deve ser impressionado por Deus e não impulsionado a servir. “Quer seja ficar em sua igreja ou sua cidade deve haver comprometimento”, conclui.

Outras informações do projeto

No período da tarde, no auditório do residencial feminino, a professora Marly Timm explicou os procedimentos necessários para ingressar no programa. Nestor Bruno, voluntário que auxilia a professora Marly no projeto de voluntariado na Divisão Sul Americana da IASD, explicou passo a passo como se cadastrar no portal do programa e esclareceu as dúvidas sobre o processo de inscrição. Para ele “voluntariado tem que ver com liberdade, porque você faz por escolha. A vida se torna muito melhor quando você faz o que Deus te enviou para fazer”, complementa.

A professora Marly Timm, conclui que “participar de um serviço voluntário assim organizado é uma nova dimensão na espiritualidade. A pessoa que vai, vê a igreja e o sistema adventista e a pregação do evangelho de maneira diferente”.

 Um núcleo de Serviço Voluntário coordenado pelo Pastor Rui Lopes e vai ser estabelecido no UNASP-EC. O pastor Berndt Wolter bem como a professora Ednice Burlandy e o pastor Umberto Moura auxiliarão o núcleo. Outras informações sobre o projeto acesse o site www.adventistvolunteers.org

Inauguração da Rádio Unasp (91,3 FM)

Venham fazer parte da inauguração da Rádio Unasp que acontece no dia 26/05 às 18h no Centro de Comunicação. Todos estão convidados.

Alunos gerenciam seu próprio negócio

Mateus Cardoso

Orientados pelos professores, Débora e Jean Gagliardo, os alunos Jonatas Feitosa, Leandro Kûster, e Júnior Batista Duarte do curso de Engenharia, começaram uma empresa-júnior. Eles pretendem adquirir experiência de mercado por meio da prestação de serviços ao Unasp e também à região. Os jovens universitários acreditam que o engenheiro deve trabalhar estimulado pelo serviço à comunidade. “Queremos ajudar pessoas que não têm condições de contratar um engenheiro, por um preço mais baixo e mantendo a qualidade técnica”, idealiza Leandro.

O trabalho da empresa júnior criada pelos alunos de Engenharia Civil inclui fazer orçamentos e cronogramas, realizar projetos comerciais e residenciais, gerenciar obras por meio de visitas e aprovar projetos residenciais.

Nas mãos de Deus

Trabalhar e orar. Esses são os fundamentos de qualquer colportor. Adriana Alves Braun, estudante do terceiro ano de Engenharia Civil do UNASP Campus EC, é um exemplo de persistência e fé. Colportou durante oito meses no projeto “Sonhando Alto” da equipe Mais da Associação Mineira Leste mais as férias de julho. Porém seu sonho não se realizou, não conseguiu estipêndio necessário para vir para o colégio. Passou o segundo semestre do ano de 2005 geleando na região do Colégio, e sempre visitava a responsável pela Filantropia Percília (não sei o sobrenome). Sua insistência e oração lhe renderam frutos, pois ao final do ano, seu pedido de bolsa de estudo foi aceito e hoje ela é aluna bolsista integral no UNASP.

O que leva uma mineira de 23 anos sair de sua cidade, Teófilo Otoni em Minas Gerais e vir para São Paulo cursar faculdade? Segundo Adriana, sempre quis fazer Engenharia Civil, mas em uma Instituição cristã. Para ela, adventista de berço, os valores do UNASP são essenciais.

Vemos que muitos jovens deixam seus lares, estados e até países para vir estudar em Instituições da Igreja. Jovens de valor que sonham alto com seu futuro, mas não perdem o foco dos princípios adventistas.

Se colocar nas mãos de Deus e O deixa-Lo guiar é o segredo.

Inclusão social também é prioridade para o Unasp

Alunos com necessidades especiais encontram na união e companheirismo com professores e colegas auxílio para eliminar dúvidas.A aluna Tânia Cristina Machado Dol’bo, do terceiro ano de Engenharia Civil, é um exemplo de como, com o apoio dos colegas e professores, as dificuldades podem ser eliminadas. Tânia possui deficiência auditiva e se comunica por meio de gestos. A leitura labial feita pela aluna ajuda no seu desempenho, porém o esforço adicional dos professores e colegas é visto por Tânia como um fator decisivo na sua aprendizagem.

A aluna comenta que, ao solicitar a ajuda extraclasse dos colegas e professores para esclarecer dúvidas, as mesmas são sanadas por ambos. “Se o colega que procurei não consegue me explicar a atividade, ele busca outro que possa eliminar minha dúvida”, afirma Tânia.

Para o professor Artur Lenz Sartoti, que há dois anos convive com Tânia, é essencial a criatividade na hora de expor o conteúdo da aula para que o mesmo seja absorvido pela aluna de forma clara e seu desempenho seja igual ao dos demais colegas. Em alguns momentos a repetição é primordial. “Geralmente é necessário escrever na lousa. Dessa forma fico de costas para ela e assim não é possível que ela faça a leitura labial. Neste caso preciso fazer uma repetição de frente para ela”, explica Sartoti.

O professor conta que desde o início a força de vontade da aluna o contagiou. “Nunca havia ouvido falar de uma pessoa completamente surda cursar Engenharia Civil”, confessa. Sartoti, que leciona as disciplinas de Sistemas Estruturais e Estática I, diz ter aprendido ser mais paciente na hora da explicação e a buscar métodos diferentes que não só facilitam o aprendizado da aluna, mas dos seus colegas também. “Tenho plena certeza de que ela será uma excelente profissional, assim como é uma excelente aluna em meio às dificuldades”, complementa o professor.

Bruna Bernardo de Faria, colega de classe de Tânia, declara que admira a força de vontade que a colega possui e que a mesma é um estímulo para ela e os demais alunos. A convivência do aluno com necessidades especiais permite ao aluno, professores e colegas crescimento e aprendizagem.

Veja o vídeo da Tânia com sua professora!

Novos laboratórios

Investimento. Isso é o que o Unasp faz quando o tema é Engenharia Civil. A instituição já gastou mais de 250 mil reais em equipamentos e salas de aula para o curso. Segundo o diretor do Campus Engenheiro Coelho, professor Paulo Martini, os laboratórios – que deverão estar à disposição dos alunos até junho – serão os melhores da região.

De acordo com o coordenador do curso, Dr. Nahor Neves, só a prensa, que custou cerca de 160 mil reais, ajudará no apoio prático a pelo menos dez disciplinas diferentes. “Além disso, os materiais são essenciais na pesquisa e produção científica e também na prestação de serviços à comunidade”, ressalta.

Os equipamentos adquiridos serão utilizados pelos estudantes a partir do segundo ano, dependendo da disciplina que estiverem cursando. Um grupo de alunos que já trabalha na instituição vai acompanhar a montagem dos equipamentos para tomar conhecimento da utilização. Os professores orientarão as tarefas determinadas.

Projeto motiva alunos de engenharia a fazer estagios

O curso de Engenharia Civil do Unasp se encontra em constante ascensão. A novidade do momento é a materialização da empresa-júnior, coordenada pelos professores do curso, Débora Gagliardo e Jean Cleudes Gagliardo. Os alunos participantes prestarão serviços tanto à comunidade quanto aos funcionários do Unasp, além de proporcionar aos alunos oportunidades de estágio e enriquecimento dos conhecimentos adquiridos em sala de aula.

Para ingressar nesta empresa é simples: o aluno de Engenharia Civil precisa apenas passar por uma seleção - uma prova teórica e uma entrevista - feita pelos próprios professores do curso. Ele também deve ter disponibilidade e muito interesse. Além disso, ele não pode apresentar dependência na matéria correspondente ao setor que deseja trabalhar dentro da empresa. Ou seja, se o aluno pretende estagiar na área de projetos, ele não pode estar em dependência nas disciplinas de Desenho Técnico, Computação Gráfica e Representação Gráfica I e II. A princípio, o horário de funcionamento da empresa será no período da tarde e em alguns domingos. Mais informações, consulte o site do curso engenhariaunasp.wordpress.com.

Canal da Imprensa indexada pelo CNPq

A revista eletrônica Canal da Imprensa, da Agência Brasileira de Jornalismo (ABJ) do Unasp, recebeu do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict) o ISSN 1980-2994. Isto significa que a revista passa a ser a única online universitária de crítica de mídia no Brasil indexada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Canal da Imprensa acumula agora dois fatos inéditos: além deste, é a única revista do gênero premiada no Brasil, com o SET Universitário 2005 da PUC-RS. Com o detalhe de que o prêmio era de extensão internacional, no Mercosul.
Criada em 2002 pelo professor Ruben Holdorf (ex-editor e criador do Paraná Online) e desenhada pelo então aluno Lisandro Staut, a revista já produziu 67 edições no endereço www.canaldaimprensa.com.br. Amanhã entra na rede a primeira edição do ano, a 68a. de sua história. Atualmente, ela é chefiada pelo professor Allan Novaes.

XIV Campori - APAC

CAMPUS ENGENHEIRO COELHO

Saiba tudo que rolou no campori que aconteceu nos dias 02 a 05 de Novembro no Unasp - Engenheiro Coelho. Acesse o BLOG DO EVENTO confira as fotos e deixe seu comentário.

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